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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
VOCÊ ABANDONARIA JESUS?
O capítulo 24 do Evangelho de Mateus, narra quena pronúncia de Jesus no sermão da montanha, Ele alertou os seus discípulos dizendo: No fim dos tempos, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo.
Em algum momento de fraqueza, você já pensou em renunciar a Jesus e voltar para as trevas? Certamente diríamos que não, mas isso já ocorreu com muitos, e, para se cumprir a palavra, lamentavelmente, muitos ainda irão passar por esse caminho terrível e doloroso, porque Jesus disse: Muitos serão os chamados, mas poucos serão os escolhidos (Mateus 22.14). Observemos:
No livro de Êxodos 16.1-4, a palavra relata que partindo toda a congregação dos filhos de Israel, que veio ao deserto de Sim, depois que saíram da terra do Egito. E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto.
E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera que nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar, e porque nos tendes tirado para este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão. Então o Senhor fez chover pão dos céus (maná) para toda congregação.
Observem a obstinação dopovo de israel, mesmo depois de terem sidos libertos da escravidão do Egito, com provas, sinais, maravilhas, milagres, pelejas, mão forte, e com grande espanto, murmuraram em suas tendas e não deram ouvido a voz do Senhor.
Ao invés de tomar posse da benção, gozar da liberdade e tomar posse das bênçãos que Deus lhes havia prometido, murmuravam contra Deus, antes desejando estar juntos das panelas de carne, abandonando a liberdade por coisas materiais, duvidando do poder do Altíssimo.
Por isso, Deus não se agradou da maior parte deles, os desobedientes que pecaram, cujos corpos, ficaram prostrados no deserto, pela obstinação aos mandamentos do Senhor, com os quais, se indignou Deus por quarenta anos.
Hoje não é diferente, muitos, mesmo depois de receber o conhecimento da verdade, e provado os dons celestiais, renunciam a liberdade e voltam à escravidão do pecado, trocam a graça e a promessa da vida eterna por um prato de lentilha.
Jesus ainda alerta dizendo: Lembrai-vos da mulher de Ló, a qual tendo olhado para trás, ficou convertida numa estátua de sal (Gênesis 19.26).
Ai da nação pecadora, do povo carregado de iniqüidade, da semente do malignos, dos filhos corruptos, deixaram ao Senhor, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram para trás (Isaias 1.4).
JESUS É ABANDONADO POR SEUS DISCÍPULOS
O capítulo 10 do Evangelho de Lucas descreve que o Senhor designou setenta dos seus discípulos, mandou-os diante de sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. E voltaram os setenta com alegria dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios nos sujeitam.
Disse-lhes Jesus: Não vos alegreis porque vos sujeitam os espíritos, alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos no céu.
João 6.60-69, Muitos, pois dos seus discípulos, ouvindo isto (o discurso de Jesus no livro de João 6.16-59), disseram: Duro é este discurso, quem o pode ouvir? Desde então, muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com Ele. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também me abandonar?
Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens a palavra da vida eterna, e nóstemos crido e conhecido que tu és o Cristo, o filho de Deus.
Observem a obstinação do povo, até mesmo o Senhor Jesus Cristo foi abandonado por muitos dos seus discípulos. Mesmo depois de terem conhecido o poder e a graça do Sumo Pastor, de terem seus nomes escritos no livro da vida, ainda assim tornaram para trás.
Porém Simão Pedro, quando indagado pelo Mestre, teve a divina inspiração dizendo-lhe que não há outro caminho a seguir, se temos crido e conhecido que Cristo é o filho de Deus, o qual derramou o seu sangue em sacrifico vivo, para perdão dos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia para nossa salvação.
No Evangelho de Lucas 9.61,62, Certo homem disse a Jesus que O seguiria, mas primeiramente precisa despedir-se dos que estavam em sua casa. Jesus lhe respondeu dizendo: Ninguém, que lança mão do arado e torna-se para trás, é apto para o reino de Deus.
O DESTINO DOS QUE VOLTAM ÀS TREVAS
No Evangelho de Lucas 11.24 a 26, disse Jesus: Quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares secos buscando repouso, e, não o achando diz:
Tornarei para minha casa, donde saí. E chegando, acha-a vazia e adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, habitam, ali, e o último estado desse homem é pior do que o primeiro.
II PEDRO 2.20 a 22, diz a palavra: Se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhe o último estado pior do que o primeiro.
Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado.
Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.
E em Provérbios. 14.9, a palavra do Senhor diz que os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.
Provérbios. 8.36, disse o Senhor: O que pecar contra mim violentará sua própria alma, todos os que me aborrecem amam a morte.
Agora medite nesta palavra em I Samuel 2.25: Pecando o homem contra o homem, os juizes o julgarão, pecando, porem, o homem contra o Senhor, quem intercederá por ele?
QUEM NOS SEPARARÁ DO AMOR DE CRISTO?
Romanos 8.35-39 diz: Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angustia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregue a morte todo o dia; fomos reputados como ovelhas para o matadouro.
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores por amor daquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o por vir.Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura não poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
E na carta aos Hebreus 10.38, 39, a palavra do Senhor nos fortalece par que permanecemos para sempre neste caminho santo e declara: O justo viverá pela fé, mas se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. Nós, porem, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma
A PROMESSA DA VIDA ETERNA
Evangelho de João 14.1 a 3, disse Jesus: Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, vou preparar-vos lugar. E Quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
E no livro de Apocalipse 3.11, o Senhor Jesus exortou dizendo: Eis que venho sem demora, guarda o que tens, para que ninguém toma a sua coroa.
Quantas Vezes Se Deve Perdoar o Irmão? Divórcio, Só Uma Vez!
Quantas Vezes Se Deve Perdoar o Irmão? Divórcio, Só Uma Vez!
Uma pessoa cristã que se divorciou pela primeira vez pode casar-se novamente? Não! Quantos divórcios podem ser perdoados? Quantas vezes alguém pode errar tentando escolher alguém para um matrimônio? E se ele já está em seu quarto casamento?
Certamente que rebaixar padrões para que eles se tornem mais acessíveis às pessoas não é uma prática sadia nem característica do Evangelho. É conformismo, isso sim, com os valores deste século. Mas perdoar quem se divorciou muitas vezes continua sendo conformismo diante das palavras do Cristo que disse que se deve perdoar “setenta vezes sete”? Sabemos inclusive que essa cifra exorbitante não deve ser entendida literalmente, mas simboliza um perdoar sempre (Mateus 18.22)[1]. Será conformismo tentar praticar o que Paulo diz sobre o amor, a longanimidade, bondade, paciência, coisas contra as quais não existem leis? (Gálatas 5.22-23). Quem pode legislar sobre o que Deus não legislou? Quem pode impor restrições quando Deus deseja a liberdade nos assuntos relacionados a longanimidade? Quem pode impedir uma igreja de perdoar “setenta vezes sete” um mesmo pecado, seja um divórcio ou seja ele qual for?
Qual seria a pena da lei para o pecado de Davi em sua época? “Todo aquele que fizer alguma destas abominações, aqueles que assim procederem serão eliminados do meio do seu povo”. (Levítico 18.29). Esta lista inclui adultério (Levítico 20.10)[2]. Pois então, porque Davi não foi punido com a pena capital? Por que era um rei? Por que houve favorecimento ilícito? Suborno dos juízes ou ameaças de morte para quem cumprisse a lei, como acontece em nosso País hoje? Não! Ele fora perdoado por Deus. Pecados mortais deixam de ser mortais quando Deus os perdoa. É tão grande e incomparável o perdão que envergonha quem o recebe. Na verdade, envergonha até quem acredita e conta essa história hoje.
Veja outras situações. A mulher samaritana tornou-se imediatamente uma apóstola de Cristo na cidade. Como viveu dali por diante: casada com o marido que não era seu? (João 4.18). Sobre a mulher adúltera nada se sabe depois. Voltou para o seu marido? Voltou para os pais, como era costume, se ainda os tinha? Viveu sem se casar novamente? Seus pais aceitaram-na de volta? E o rei Davi? Apesar de não ser monogâmico é apresentado no Antigo Testamento como tendo um coração inclinado para Deus. Jesus defendeu a pecadora que lhe ungiu os pés dizendo que “ela amou muito” (Lucas 7.47).
O fato é que não sabemos como perdoar sem crises e lutas. Não sabemos o que fazer com os recasados. Como encaixá-los em nossa teologia. Presumimos que o assunto sobre seguir Jesus seja ponto pacífico, mas na verdade temos dificuldades em viver o discipulado e suas implicações mais intensas e radicais. É difícil tornar visível a nossa compaixão pelos pecadores e partilhar o perdão procurando ser, ao mesmo tempo, radicalmente fiéis ao Pai em sentido positivo.
Apliquemos esse perdão sem limites ao caso dos divorciados recasados. Eles podem ser perdoados e o segundo casamento proibido? Seria esse um perdão tão pleno como o concedido ao rei Davi, que inclusive continuou a viver com a Bate-seba e teve o fruto desse relacionamento amado por Deus, o menino Salomão? (2 Samuel 12.24). Perdoar plenamente não é o desejo de quem almeja ver ou receber perdão? Não é também amado o filho, fruto abençoado de um segundo casamento de casais divorciados? Não há em nossas comunidades cristãos consagrados e abençoados que são filhos de casamentos “ilícitos” perante as Escrituras? Acredito que a seriedade do matrimônio e a gravidade do pecado de divórcio não excluam a possibilidade de perdão e admissão à plena comunhão da igreja.
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[1] A expressão “setenta vezes sete” tem sido interpretada pelos exegetas como uma inversão feita por Jesus das palavras de Lamec que queria ser vingado “setenta vezes sete” e não como Caim “sete vezes” (Gn. 4.15 e 24).
[2] Para a prostituição a pena não era a de morte, mas para o adultério sim
Uma pessoa cristã que se divorciou pela primeira vez pode casar-se novamente? Não! Quantos divórcios podem ser perdoados? Quantas vezes alguém pode errar tentando escolher alguém para um matrimônio? E se ele já está em seu quarto casamento?
Certamente que rebaixar padrões para que eles se tornem mais acessíveis às pessoas não é uma prática sadia nem característica do Evangelho. É conformismo, isso sim, com os valores deste século. Mas perdoar quem se divorciou muitas vezes continua sendo conformismo diante das palavras do Cristo que disse que se deve perdoar “setenta vezes sete”? Sabemos inclusive que essa cifra exorbitante não deve ser entendida literalmente, mas simboliza um perdoar sempre (Mateus 18.22)[1]. Será conformismo tentar praticar o que Paulo diz sobre o amor, a longanimidade, bondade, paciência, coisas contra as quais não existem leis? (Gálatas 5.22-23). Quem pode legislar sobre o que Deus não legislou? Quem pode impor restrições quando Deus deseja a liberdade nos assuntos relacionados a longanimidade? Quem pode impedir uma igreja de perdoar “setenta vezes sete” um mesmo pecado, seja um divórcio ou seja ele qual for?
Qual seria a pena da lei para o pecado de Davi em sua época? “Todo aquele que fizer alguma destas abominações, aqueles que assim procederem serão eliminados do meio do seu povo”. (Levítico 18.29). Esta lista inclui adultério (Levítico 20.10)[2]. Pois então, porque Davi não foi punido com a pena capital? Por que era um rei? Por que houve favorecimento ilícito? Suborno dos juízes ou ameaças de morte para quem cumprisse a lei, como acontece em nosso País hoje? Não! Ele fora perdoado por Deus. Pecados mortais deixam de ser mortais quando Deus os perdoa. É tão grande e incomparável o perdão que envergonha quem o recebe. Na verdade, envergonha até quem acredita e conta essa história hoje.
Veja outras situações. A mulher samaritana tornou-se imediatamente uma apóstola de Cristo na cidade. Como viveu dali por diante: casada com o marido que não era seu? (João 4.18). Sobre a mulher adúltera nada se sabe depois. Voltou para o seu marido? Voltou para os pais, como era costume, se ainda os tinha? Viveu sem se casar novamente? Seus pais aceitaram-na de volta? E o rei Davi? Apesar de não ser monogâmico é apresentado no Antigo Testamento como tendo um coração inclinado para Deus. Jesus defendeu a pecadora que lhe ungiu os pés dizendo que “ela amou muito” (Lucas 7.47).
O fato é que não sabemos como perdoar sem crises e lutas. Não sabemos o que fazer com os recasados. Como encaixá-los em nossa teologia. Presumimos que o assunto sobre seguir Jesus seja ponto pacífico, mas na verdade temos dificuldades em viver o discipulado e suas implicações mais intensas e radicais. É difícil tornar visível a nossa compaixão pelos pecadores e partilhar o perdão procurando ser, ao mesmo tempo, radicalmente fiéis ao Pai em sentido positivo.
Apliquemos esse perdão sem limites ao caso dos divorciados recasados. Eles podem ser perdoados e o segundo casamento proibido? Seria esse um perdão tão pleno como o concedido ao rei Davi, que inclusive continuou a viver com a Bate-seba e teve o fruto desse relacionamento amado por Deus, o menino Salomão? (2 Samuel 12.24). Perdoar plenamente não é o desejo de quem almeja ver ou receber perdão? Não é também amado o filho, fruto abençoado de um segundo casamento de casais divorciados? Não há em nossas comunidades cristãos consagrados e abençoados que são filhos de casamentos “ilícitos” perante as Escrituras? Acredito que a seriedade do matrimônio e a gravidade do pecado de divórcio não excluam a possibilidade de perdão e admissão à plena comunhão da igreja.
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[1] A expressão “setenta vezes sete” tem sido interpretada pelos exegetas como uma inversão feita por Jesus das palavras de Lamec que queria ser vingado “setenta vezes sete” e não como Caim “sete vezes” (Gn. 4.15 e 24).
[2] Para a prostituição a pena não era a de morte, mas para o adultério sim
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